RECEITAS NA CCP CRESCEM 55% NO 2T18

- Imprensa -

Resultados apontam melhora do nível de ocupação em edifícios corporativos e shoppings e fortalecimento da estrutura de capital com redução de dívida, de despesas e significativo avanço no desempenho operacional

03/08/2018 – Uma das maiores empresas brasileiras do segmento de propriedades comerciais, a CCP (Cyrela Commercial Properties) divulgou no último dia 31 de julho seus resultados referentes ao segundo trimestre de 2018.

Comparado com o mesmo período do ano passado, a companhia registrou aumento de 55,2% na sua receita líquida, alcançando R$ 165,9 milhões. Outros dados significativos foram o aumento do lucro em R$ 40 milhões e a queda de 27,4% nas despesas financeiras.

De acordo com o diretor-presidente da CCP, Pedro Daltro, a companhia vive um dos seus melhores momentos no que se refere a estrutura de caixa. “Conquistamos importantes avanços na redução da dívida e das despesas, ao mesmo tempo em que evoluímos consideravelmente o desempenho operacional”, disse em teleconferência com o mercado nesta última terça feira 2.

Na opinião de Daltro, a CCP está preparada para o crescimento, com um caixa confortável. “Saímos de uma posição de ajustes para uma posição focada no crescimento”, afirmou.

No segmento de edifícios corporativos, a CCP registrou aumento de 1,9 ponto percentual no índice de ocupação financeira. Segundo o relatório, essa taxa tende a aumentar devido à melhora na absorção líquida dos mercados de São Paulo e Rio de Janeiro e em razão do baixo risco de desocupação dos empreendimentos.

Em shoppings centers, a ocupação financeira cresceu 4,6 pontos percentuais e a física, 1,7 p.p., com taxas influenciadas, especialmente, pela melhora de performance do Shopping D e pela maturação dos shoppings Metropolitano e Cerrado, que reduziram consistentemente as áreas vagas.

Afetadas principalmente pela greve dos caminhoneiros e pela realização da Copa do Mundo, as vendas, dentro do critério “mesmas lojas”, tiveram queda de 0,4%, na comparação com o mesmo trimestre de 2017. Já as receitas com aluguéis, também no critério mesmas lojas, cresceram 1,9%.

Para Daltro, o 3T18 projeta recuperação. “Acreditamos numa melhora e, para isso, estamos focados no crescimento das vendas e no desenvolvimento de diversas iniciativas, entre elas, no campo digital. Em síntese, estamos diante de resultados encorajadores e animados com o potencial deste segundo semestre”, afirmou.

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