CCP VOLTA A CRESCER EM 2018 E TERMINA PRIMEIRO TRIMESTRE COM LUCRO E AUMENTO NAS VENDAS E NAS RECEITAS DE LOCAÇÃO

- Imprensa -

A CCP (Cyrela Commercial Properties), uma das principais empresas brasileiras do segmento de propriedades comerciais, registrou no primeiro trimestre de 2018 crescimento de 10,9% (R$ 75,9 milhões) na sua receita operacional líquida, em comparação ao mesmo trimestre de 2017. O Ebitda aumentou 22,4%, gerando R$ 62,6 milhões, e o lucro líquido foi de R$ 9 milhões (8,6%).
Em conferência na última sexta-feira (30/4), o diretor-presidente da CCP, Pedro Daltro, explicou que os números refletem a estratégia adotada pela companhia nos últimos anos. “Temos mantido uma posição de transformar a CCP numa companhia mais leve do ponto de vista de ativos e uma companhia mais ágil do ponto de vista de reciclagem. Acreditamos que atingimos um ponto de inflexão. Estamos animados com os próximos 12 meses, com a redução da vacância e com a mudança – para cima – do patamar de preços”, disse o executivo.
As ocupações física e financeira do portifólio da CCP apresentaram sensível melhora. “Conseguimos reduzir a vacância da CCP em aproximadamente 5 pontos percentuais. Houve um grande esforço comparado ao trimestre passado. Fomos rápidos nesse quesito, considerando o ano de 2017. E isso se reflete tanto em escritório quanto em shopping centers”, observou Daltro.
No segmento de escritórios, as receitas com locação atingiram R$ 32,6 milhões, representando crescimento de 6,9% ante o primeiro trimestre de 2017. Os empreendimentos de categoria “Triple A” foram os que registraram melhor desempenho, com crescimento de 17,1% nas receitas.
Em shopping centers, as receitas de locação aumentaram 5,4% (para R$ 55,2 milhões) e as vendas expandiram 7,6%, totalizando R$ 736,1 milhões. Outro dado importante foi o aumento do fluxo de público, calculado pelo número de veículos.
Segundo o balanço, os estacionamentos dos shoppings da CCP receberam no primeiro trimestre deste ano volume 6,1% maior do que o do mesmo período de 2017, com a entrada de 2,8 milhões de veículos.

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